sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Aí Ray, o que eu te fazia se te pusesse as mãos em cima
Ray Donavan é um daqueles produtos televisivos que tem tudo para dar certo entre homens e mulheres. É assim uma espécie de série unissexo. Tem bons atores para boas personagens, que têm bons diálogos, num clima de tensão, violência, vícios à maneira, solidão qb e, para nós, (ou para quem aprecia homens não demasiado bonitinhos) um extra
terça-feira, 8 de setembro de 2015
The Leftovers: tão bom que dói
Andei a ler umas coisas e houve quem não
aguentasse o balanço. Houve logo quem deixasse o barco afundar ao final do
primeiro episódio. Mas o barco não afundou, na verdade. Melhor ainda: os
responsáveis fizeram a única coisa inteligente: não trabalharam para audiências
(essas podem ver as Kardashians) e continuaram em frente conforme os planos,
mesmo que, a cada novo episódio, houvesse mais uns tantos que desistissem de
suportar aqueles 45 minutos. Ficámos nós, os resistentes a 10 episódios de rebentar
com o coração e com os lenços de papel.
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
#best of my week
- The LeftoversPara mim o Juatin Throux era apenas o noivo da Jennifer Aniston mas graças a esta série que comecei a ver esta semana descobri que não só tem um grande corpo como é um excelente ator. Liv Tyler aparece porá e com aquele ar de moida ilumina o écrã de cada vez que aparece. Confesso que está longe der ser uma cena light, mas é uma viagem escura que vale a pena fazer: bem filmado, com uim argumeto inteligwente em que a sconexões e revelações das personagems se vãop fazendo em crescemndo, prende-nos, sem saber onde tudo aquilo vai parar, sem saber o que é este mundo que parece tãop iguial não fosse o dia do Desaparecimento. Vou ver os outros episódios a correr. Gosto do tempo que demorarm nas personagens, o amor que lhes deedicam e como vão deixndo em caa um dos episódios elas ganharem forma. Muito, muito bom
Mr Robot: fsociety
Tenho um lado que é do contra desde que me lembro de mim. Não gosto do mundo em que vivemos. Isso não faz de mim, acho, uma pessoa negativa. Tento tirar o máximo partido, prazer, proveito, de tudo. Sentir-me grata pelas coisas boas. Mas não acredito num mundo feito de regras, imposições, desigualdades, formas modernas de escravidão a uma máquina movida pelo interesse de uns poucos, que obrigam os outros, a maioria, a baixar a cabeça e a submeterem-se a injustiças, exploração, créditos a oitenta anos, e outras coisas afins. Penso que há algo profundamente errado num mundo em que 2% detém 90% de toda a riqueza. Existe alguém por aí que partilhe as minhas ansiedades ou o meu espírito de revolta. Há, pelo menos na ficção, que é onde a minha alma tantas vezes encontra consolo. Chama-se Mr Robot e é uma série. Sim,uma série cuja primeira temporada de oito episodios tornou as minhas noites não só mais emocionantes, como inteligentes e questionadoras. Senti que não estava sozinha e não precisava de morfina para partilhar muitas daquelas ideias que atrofiam a mente do jovem e anti-social programador (e hacker) Elliot (Malek) e que é recrutado para uma organização que deseja acabar com as grandes corporações nos Estados-Unidos. O líder é um misterioso anarquista chamado Mr. Robot (Christian Slater).Mais novidades em breve!
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
Enquanto Somos Jovens: o que resta aos quarentões a não ser ter filhos, hem?
Algumas reflexões… Será que estamos condenados a sermos uns chatos rotineiros quando deixamos de ser jovens (e quando é que isso acontece ao certo?) Será que ter filhos é a única forma de preencher o vazio com a chegada dos 40? Será que todos os representantes da geração X são jovens intelectuais hipsters, adoradores de vinil e de cassetes VHS, que veneram roupas vintage?
Estas questões surgiram quando vi no outro dia, incitada por uma amiga mais velha, o novo filme de Noah Baumbach (realizador que me conquistou com A Lula e a Baleia (2005) e Greenberg (2010)), While We're Yong ('Enquanto Somos Jovens') com Ben Stiller e Naomi Watts, nos papéis principais - logo aí não ia nada contrariada, porque adoro os dois.
sábado, 15 de agosto de 2015
True Detective: fraquezas e diamantes de uma série que fez o meu coração sofrer
Não é preciso bater mais no ceguinho. Já estou chateada que chegue com aquele final. Atenção - não é um mau final, antes pelo contrário. Mas é que eu, tonta, entusiasmada pela redenção que é oferecida às duas personagens - interpretadas por Matthew McConaughey e Woody Harrelson -, na primeira temporada da série True Detective, guardei até ao fim a esperança numa Salvação, mesmo assim, com letra grande, pelo menos para um dos homens fortes da segunda temporada.
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